Sábado,
18
Saímos
da rotunda que dá para a Fonte Grada, casal da Broeira e Paul. Avançamos umas
centenas de metros, deixando à direita a ÁGUAS DO OESTE, ETAR DE TORRES VEDRAS,
nem se dá por ela, com o Varatojo no alto do seu monte, a dominar, airosamente.
Mais centenas de metros e, na bifurcação, o pequeno monumento das ALMINHAS. Uma
breve exploração pela estreita estrada da esquerda que leva a casas agrícolas, ambiente campestre.
Seguindo,
pela direita, passamos vagarosamente pela povoação, à volta do convento a que
D. Afonso V fica para sempre ligado. Sem parar, vamos apreciando, a pensar em
voltar, toda uma manhã. O grande painel, à beira da estrada, que tantas vezes
passamos sem ver, chama-nos. Paramos, de novo; de junto do oratório, com Santo António e o Menino, goza-se a paisagem até Montejunto. O
castelo e a igreja de Santa Maria. O castelo, tão importante que nos é, precisa
de ver reposto o pano de muralha que lhe falta.
Regresso, pelo mesmo caminho. Se tivéssemos descido, em direcção à várzea de Torres,
encontraríamos as outras ALMINHAS, que desse lado aguardam os viandantes.
*
