terça-feira, 27 de agosto de 2019

Santa Cruz - Entre o Pisão e a Praia do Navio

2.a-feira, 26 de Agosto
Tarde, fim do dia...
O céu estava coberto de nuvens, enfiou o capacete... Dizem os torrienses de gema que é vulgar sol em Torres e tempo encoberto em Santa Cruz.
Tirei fotografias e... a certa altura o sol voltou...
Talvez destaque uma imagem, pela beleza de tanta simplicidade, pela madeira, o conjunto de banco e alpendre, convidando a sentarmo-nos, sós e em companhia... a olhar o mar, que é fonte de riqueza, de vida e nos liga a todo o mundo.
E como dizia o poeta japonês, Kazuo Dan, é um encanto olhar o poente, na sua hora...

Belo Sol Poente
Ah! Pudess’eu ir buscar-te
Lá ao fim do mar

Vejo pescador, peixe, lançamento da linha, anzóis, ondas... Uma linda calçada à portuguesa... O peixe lembra o balão, a passarola do Padre Bartolomeu de Gusmão...



 As espécies vegetais disputam a vida, o seu lugar. Luta ou simbiose...


Uma pequena horta, oásis de exploração agrícola... Do lado oposto da estrada, outra, semelhante.









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De regresso ao ponto de partida...

 
Talvez destaque a imagem da direita, pela beleza de tanta simplicidade, pela madeira, o conjunto de banco e alpendre, convidando a sentarmo-nos, sós e em companhia... a olhar o mar, que é fonte de riqueza, de vida e nos liga a todo o mundo.

  E como dizia o poeta japonês, Kazuo Dan, é um encanto olhar o poente, na sua hora...
«Belo Sol Poente 
Ah! Pudess’eu ir buscar-te 
Lá, ao fim do mar!»
(Kazuo Dan)




sábado, 1 de junho de 2019

Recordando Zeca Afonso no auditório da Escola Secundária de Henriques Nogueira


31 de Maio, 6.ª-feira
Recordar Zeca Afonso foi o que aconteceu no auditório da Escola Secundária de Henriques Nogueira — Torres Vedras. O grupo coral Gaudeamus brindou a assistência com a interpretação de catorze canções de onde sai o fio musical, as palavras e a intenção da utopia que enformou a vida do autor — da noite se fazer o dia, o dia que vai nascendo. Faltou, quase ia faltando a presença de José Afonso e ela acabou por chegar na sua voz, com a CANTIGA DE MAIO intercalada entre a oitava e a nona canção do programa. O coro cantava com ele os dois últimos versos de cada estrofe, à excepção da quadra final, «Minha mãe quando eu morrer...».
Um agradecimento ao Grupo Musical El-FM.
E, por último, referência à maestrina, Isabel Morgado. Que dela falem um pouco as imagens dos dois pequenos vídeos aqui ligados... ; o primeiro (incompleto), «Balada do sino» , e o segundo, «Traz outro amigo também».  (Publicado, primeiro, no YouTube)

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Estou, ainda, a pensar na actuação do Gaudeamus, ontem, no auditório da Escola Secundária de Henriques Nogueira. Deixo aqui alguma informação, no vídeo que junto e nas palavras que o acompanham.
Muito fica por dizer, como quase sempre acontece. Mais digo, apenas, da revelação que foi ouvir uma canção na grande sala, lá dentro, enquanto os coralistas aguardavam a sua entrada no corredor. Fiquei encantado, que beleza! É que já conhecia o cantor, mas não neste nível de outra exigência. Não o reconheci, devo dizer.
Antes do concerto propriamente dito, houve esta intervenção, bem como as palavras sobre o grupo coral e o espectáculo da noite, por Manuela Catarino, o que muito bem fez conforme os que a ouviram... — intervenções estas não do conhecimento da generalidade dos membros do Gaudeamus... (Publicado, primeiro, no facebook)

https://www.youtube.com/watch?v=FCkS1Dcssbo

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Algumas fotografias

Era Noite e Fez-se Dia 
(... do convite)









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Fotografias e vídeo da minha filha, Isabel Maria, por telemóvel.