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sábado, 1 de junho de 2019

Recordando Zeca Afonso no auditório da Escola Secundária de Henriques Nogueira


31 de Maio, 6.ª-feira
Recordar Zeca Afonso foi o que aconteceu no auditório da Escola Secundária de Henriques Nogueira — Torres Vedras. O grupo coral Gaudeamus brindou a assistência com a interpretação de catorze canções de onde sai o fio musical, as palavras e a intenção da utopia que enformou a vida do autor — da noite se fazer o dia, o dia que vai nascendo. Faltou, quase ia faltando a presença de José Afonso e ela acabou por chegar na sua voz, com a CANTIGA DE MAIO intercalada entre a oitava e a nona canção do programa. O coro cantava com ele os dois últimos versos de cada estrofe, à excepção da quadra final, «Minha mãe quando eu morrer...».
Um agradecimento ao Grupo Musical El-FM.
E, por último, referência à maestrina, Isabel Morgado. Que dela falem um pouco as imagens dos dois pequenos vídeos aqui ligados... ; o primeiro (incompleto), «Balada do sino» , e o segundo, «Traz outro amigo também».  (Publicado, primeiro, no YouTube)

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Estou, ainda, a pensar na actuação do Gaudeamus, ontem, no auditório da Escola Secundária de Henriques Nogueira. Deixo aqui alguma informação, no vídeo que junto e nas palavras que o acompanham.
Muito fica por dizer, como quase sempre acontece. Mais digo, apenas, da revelação que foi ouvir uma canção na grande sala, lá dentro, enquanto os coralistas aguardavam a sua entrada no corredor. Fiquei encantado, que beleza! É que já conhecia o cantor, mas não neste nível de outra exigência. Não o reconheci, devo dizer.
Antes do concerto propriamente dito, houve esta intervenção, bem como as palavras sobre o grupo coral e o espectáculo da noite, por Manuela Catarino, o que muito bem fez conforme os que a ouviram... — intervenções estas não do conhecimento da generalidade dos membros do Gaudeamus... (Publicado, primeiro, no facebook)

https://www.youtube.com/watch?v=FCkS1Dcssbo

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Algumas fotografias

Era Noite e Fez-se Dia 
(... do convite)









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Fotografias e vídeo da minha filha, Isabel Maria, por telemóvel.

sábado, 19 de novembro de 2016

OS 125 ANOS DO GRÉMIO ARTÍSTICO TORREENSE

Ontem, foi o primeiro dia do Encontro de Coros do Concelho de Torres Vedras, comemorando os 125 anos do Grémio Artístico Torreense. Actuaram o grupo coral Gaudeamus, o coro da Associação de Reformados do Concelho de Torres Vedras e a Tuna da AUTITV (Associação para a Universidade da Terceira Idade de Torres Vedras).
Hoje, pelas 21:30, será a vez de subirem ao palco o Coro Juvenil da Cidade de Torres Vedras, o Coro Cant'Arte, Renascer e a Camerata Vocal de Torres Vedras.
Deixo uma imagem de cada um dos três coros de ontem. Digamos apenas uma palavra sobre o poema dito por LEONOR MADEIRA evocando o Grémio e a sua história. O poema já é antigo, mas é sempre actual. A palavra é «magnífico».
Toda a gente cantou os parabéns a você ao menino Grémio, representado pelo seu presidente, Sr. José Elias.

Foi uma noite bem passada.
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 Grupo Coral Gaudeamus

Coro da Associação de Reformados do Concelho de Torres Vedras

Coro da AUTITV - Universidade Sénior de Torres Vedras

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Cante Alentejano, Património Cultural Imaterial da Humanidade

           «Já la vem a bela aurora!...»  e mais..., e mais... se cantou uma vez em Portel (ou numa saída de professores a Alvito), em jantar de convívio (1980/1981). 
No «Gaudeamus» cantámos a «Laranja da China». Eu e o Mário entrávamos bravamente em solo no verso «Olh'à laranja da China». Para mim, difícil, diga-se. Logo o coro nos acompanhava, socorria: «Criada no arvoredo/ Não te ponhas à esquina/Que eu passo e não tenho medo».



Em dia de classificação do cante alentejano como Património Cultural Imaterial da Humanidade, ouçamos o Grupo Coral de Cantares de Portel.
           P. S. Notar o casticismo da pronúncia e, concretamente, a maneira popular de dizer a palavra «arvoredo». É dito «alvoredo», pronúncia aberta no «a» e «l», em vez de «r». Manter estas diferenças, é bom. É plural

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Foz do Arelho 2


                                                                                                                              ………………………….
                                                                                                                              Quero cantar como a rola
                                                                                                                              Quero cantar como a rola
                                                                                                                              Como a rola ninguém canta
                                                                                                                                                                            (Moda alentejana)                                                         
          Pardais e rolas


        Nos fios, a que poderíamos chamar o seu chão subtil, de tão fino que é, vão poisando e levantando voo pássaros e rolas. Estão sobre um logradouro, em frente do INATEL; a admirar os espaços verdes daquela instituição, o conjunto habitacional e a capela e edifício anexo.

        Quem quiser ver a sequência dos movimentos, clique na primeira imagem e vá vendo em progressão rápida. Aproveito para tecer um elogio à rola, a propósito de uma canção que faz parte do repertório do grupo coral Gaudeamus e em que figuram os versos acima postos em epígrafe. Não fizeram parte da variante cantada no recente convívio do Moinho do Cuco, propriedade do colega e também professor na Universidade Sénior de Torres Vedras, Sr. António Luís. A canção é muito conhecida e das de que mais gosto. Começa, assim: «Fui à fonte beber água/ Dessa que eu ouço correr...»

         A parte final da variante que integra os versos de que estamos a falar, reza, assim:

                                                         Alguma gota há-de haver
                                                         Quero molhar a garganta
                                                         Quero cantar como a rola
                                                         Quero cantar como a rola
                                                         Como a rola ninguém canta