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sábado, 1 de setembro de 2018

Inauguração da Igreja Nova da Silveira em 1955

À beira de se completar sessenta e três anos no próximo 16 de Outubro sobre a inauguração da igreja nova de Silveira, pareceu-me bem ligar a semana da festa anual em honra de Nossa Senhora do Amparo, transcorrida há cerca de um mês, aos dias festivos de 1955. O lugar no tempo…

Igreja da Silveira em tempo de festa

Hoje, em continuação da missa de festa e procissão de Nossa Senhora do Amparo que ocorreu em 5 de Agosto passado, mostro no blogue Estaleiro o que vi na igreja e espaço envolvente uns dias depois; além da própria igreja, uma exposição dedicada ao tema MARIA, RAINHA DE TODOS OS SANTOS. A exposição realiza-se na época da festa anual, sempre com um tema mariano.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Varandinha . Bar

Hoje, de manhã
Ao demandar o café da Praia Azul, junto ao areal, chamam-me a atenção umas flores de que desconheço, por enquanto, o nome; venho a saber que foram ali semeadas numa massa de relva. A garotada, às vezes, passando por cima fez a cobertura vegetal apresentar clareiras.
Já me vou adaptando ao novo espaço e guardo do antigo boas recordações; mais rústico, mas acolhedor. A diferença não está no atendimento, que é assegurado pelas mesmas pessoas. 
*
Fica aqui, também, uma recordação de 31-08-2007.
Praia Azul, 31-8-2007
Pouco depois das dezanove horas. Três mesas ocupadas, com nove almas, incluindo eu, entre elas, duas crianças: uma, terá um ano, a outra, três. Mais o sr. Francisco e a mulher. E o nadador-salvador, um rapaz novo, negro, de feições muito correctas, cabelo com aqueles entrançados, mais cabelo enrolado como cordas, como se vê a muitos afro-americanos e, agora, afro-europeus. É o Iuri, creio que mora nas Caldas, vai jantar às Caldas da Rainha, onde mora a mãe.
Uma das mesas desertou: a do casal, com as duas crianças. O mar, em frente, está calmo, com uma estrada de luz ao meio e o sol por cima. Nem um barco. Flutuam nos mastros, sempre agitadas pelo vento, duas bandeiras da OLÁ. Do meu lado direito, as instalações do café, amovíveis; do lado esquerdo, sobre um murete baixo, uma cortina de serapilheira verde, delimita a área de mar disponível. Ainda assim, é grande, uma gaivota, pequena mancha escura viva, recortada contra o sol, voa e desaparece pela esquerda.
A época balnear, aqui, vai até 15 de Setembro.
(Nota de hoje: comecei a sentir que alguma coisa não estava certa. A expressão «afro-europeus», deixo-a ficar no apontamento de 2007 e no contexto do adorno capilar. Não há afro-europeus. O que há é o Pedro, o Paulo, o João, o Iuri...)