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sábado, 1 de setembro de 2018

Inauguração da Igreja Nova da Silveira em 1955

À beira de se completar sessenta e três anos no próximo 16 de Outubro sobre a inauguração da igreja nova de Silveira, pareceu-me bem ligar a semana da festa anual em honra de Nossa Senhora do Amparo, transcorrida há cerca de um mês, aos dias festivos de 1955. O lugar no tempo…

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Selecção da semana

Saiu um artigo de Rui Tovar de Carvalho, no Badaladas, para que gostaria de chamar a atenção. Há ali muita verdade, embora a realidade seja fluida. Numa escala de 0 a 100, aproximamo-nos da nota máxima.
Não é uma fotografia. É pintura de artista. Olhamos para o quadro e revemo-nos nele. É o nosso retrato. Sorrimos.
Ver mais, aqui.

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Largo de S. Pedro

02-07-2015

A estátua aí está. Esteve coberta uns dias e fiquei na expectativa. Será que vai estar à altura de Pedro? O processo construtivo do autor, já conhecido dos torrienses pelo seu grupo escultórico «Eu sei tudo», à vista de quem cruza o espaço multisserviços da Câmara Municipal, deixou-me pensativo, ao vê-lo aplicado a uma obra desta natureza.
João Castro Silva, ao escolher esta maneira de esculpir, fabricar, modelar, já nos dá o seu envolvimento, a maneira de sentir e pensar, escolher. Há, logo à partida, combate e crítica, uma certa tensão de dentro da fragilidade de tudo. Fortaleza no interior da fraqueza.
Deu-nos um Pedro forte e decidido, contra ventos e marés, curvado para melhor sustentar a adversidade. De frente, e isto é mérito do estatuário, esta postura objectiva desaparece como por encanto e surge-nos um varão cheio de verticalidade e inteireza. Lembro o processo da trama nas fotografias reproduzidas nos jornais mais antigos, com a distribuição dos pontinhos (a trama) ou o caso das centenas de linhas verticais no televisor que nos criam a ilusão óptica da continuidade das manchas de cor. Ou, ainda, a sucessão rápida dos fotogramas no cinema. Não os podendo discernir um a um, pois a nossa vista só consegue reagir à velocidade de um décimo de segundo e antes disso já está impressionada com o fotograma seguinte, o que vemos ou julgamos ver é o movimento sem quebra. O mesmo se passa com as tiras ou pequenas réguas aplicadas por João Castro e Silva.
Da estátua de ao pé de S. Pedro, olhando para quem vem entrando na cidade do lado do Choupal e da Rua Miguel Bombarda, como antigamente S. Gonçalo sentado à beira do seu convento falava com quem passava ao fim do dia, depois do trabalho, da estátua e da sua integração no local falou muito bem o seu criador:
“a composição da figura de São Pedro centra-se na ideia de uma estrutura que resiste às forças adversas da natureza, quase que como uma figura de proa de um barco. Inclinada, em atitude de força contra o vento e preparada para afrontar as intempéries.
Com os pés bem assentes na terra, este São Pedro baseia a sua forma na pirâmide, símbolo da síntese, da ideia e da dimensão espiritual. Em que a base é a multiplicidade, a dispersão e o caos, e o topo o mundo dos princípios e da unidade.
Ao nível da integração no espaço de implantação colocou-se a figura em posição frontal à zona de ventos dominantes da praça, contextualizando forma e conceito. Numa relação próxima com a população optámos por não colocar o santo numa base ou pedestal — utilizamos para esse efeito o plano sobrelevado do jardim de oliveiras do lado direito da igreja — é uma visão mais humanística de um santo que é Pedro, uma pessoa que se vê glorificada pelos atos que realiza enquanto homem”.
(Palavras do autor da estátua, transcritas da edição n.º  3104, 3 de Julho de 2015, do Badaladas, incluídas em texto de Ana Alcântara, com a devida vénia)

Sobre «Eu sei tudo», pode ler-se o que escrevi em Junho de 2013, aqui.
Entretanto, voltámos a ter um placa toponímica no Largo de S. Pedro, como toda a gente dizia. É que a Rua 9 de Abril ia, até há dias, sem interrupção, do «Largo da Havaneza» ao entroncamento em que se junta com a Mousinho de Albuquerque, a Cândido dos Reis e a Dias Neiva. Os números de polícia tinham, naturalmente, sequência.
Para saber mais, consultar o jornal Badaladas, na edição referida, onde se informa do preço dos trabalhos de criação do modelo e de fundição e se registam palavras do presidente da câmara de Torres Vedras, Dr. Carlos Miguel, e de Dom Manuel Clemente, cardeal patriarca de Lisboa. A estátua teve a bênção do prelado, que recebeu das mãos do presidente da edilidade uma réplica em tamanho reduzido.
A cerimónia ocorreu em 29 de Junho, dia de S. Pedro.

26-06-2015

02-07-2015

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sábado, 2 de novembro de 2013

Acolhimento ao Patriarca de Lisboa na sua terra e Missa em honra de São Gonçalo 2

Ficou-me por dizer, embora o quisesse, mas a evocação de tudo o que vi e ouvi já estava terminada, que o Sr. padre Joaquim Pedro foi condiscípulo de Dom Manuel Clemente, durante 5 anos, no Seminário dos Olivais. Isso foi afirmado, e senti como relevante o companheirismo e amizade de ambos, hoje, um, pároco in solidum da cidade, com o Sr. padre Alfredo Dionísio, e o outro, «filho ilustre desta cidade», patriarca de Lisboa.
A saudação a Dom Manuel Clemente proferida pelo padre Joaquim Pedro vem transcrita na pág. 2 do semanário Badaladas, n.º 3017, de 1 de Novembro. Também transcritas as palavras de Eduardo Frutuoso (página 3 da mesma edição de Badaladas).

sábado, 1 de junho de 2013

Tanta coisa, hoje, em Torres Vedras
       Consultando a página «Roteiro», do Badaladas, damo-nos conta da riqueza de actividades de vário matiz para hoje, o Dia Mundial da Criança.
       Pouco depois do meio-dia, fui ver a feira rural, uma pequena parte ainda assim do que  aconteceu, das 8 às 18h, de S. Pedro à Praça da República. Apenas algumas fotografias, para memória da animação que ali se vive, actividade comercial e cultural.














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(Badaladas, n.º 2995, 31-5-2013)

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Troféu Liberty Seguros
       Quem passasse pela Várzea, junto à rotunda do Joaquim Agostinho, pela uma da tarde, acharia o trânsito cortado no sentido do Centro de Apoio ao Empresário. Dois ou três agentes da polícia, simpáticos, o ambiente é descontraído; vou-me aproximando para dar fé. Quase tudo amadores, bem dispostos; só as cores do equipamento são uma festa. O pelotão está pronto para a partida. Entretanto, ainda se pode ir ouvindo o altifalante, em cerimónia no palanque em frente do CAERO. Vai vestir a camisola branca de primeiro classificado da geral, CLÁUDIO PAULINO!!! Esta etapa, a terceira, terminará na serra de Montejunto.