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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

CASA HIPÓLITO, por Joaquim Moedas Duarte


Este livro não é uma pedra sobre o assunto. Ele mesmo é uma pedra do edifício que ao longo dos tempos vai desenhando o rosto de Torres Vedras.
Tenho falado com pessoas que trabalharam na Casa Hipólito, algumas delas a viver no Sarge. Lembro só o Sr. Valentim Varela e o Sr. José Lino. E o Sr. João Areias, com livro por publicar, em que a vida na fábrica está bem presente, ao lado de outras vivências, em véu ficcional.
A capa está feliz, com o logótipo da empresa, explorando o nome do fundador. Os raios podem significar o mundo onde chegaram os artefactos da Casa, iluminando, aquecendo... E estarão, também, pelas aldeias e lugares do concelho donde vinham centenas de trabalhadores.
Aproveitando o nome de origem grega, Hipólito, formado pelos constituintes «hipos» (cavalo) e «litos» (pedra), o artista incluiu no meio da composição um cavalo marinho.
Sol, vida, criação de riqueza.
http://patrimoniodetorresvedras.blogspot.pt/2017/12/casa-hipolito-convite.html

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

O CAS RUNA - Lar de Veteranos Militares

1 de Dezembro de 2016
No dia 1 de Dezembro, teve lugar mais um passeio cultural sob o lema POR MONTES E VALES, «organizado pela Casa da Cultura da Ponte do Rol com a colaboração da Associação para a Defesa e Divulgação do Património Cultural de Torres Vedras». Desta vez o destino foi o Centro de Apoio Social de Runa, cuja fundadora foi a princesa Maria Francisca Benedita, com o nome de baptismo Real Asilo de Runa.
O cicerone foi o presidente da ADDPC de T. Vedras, Joaquim Moedas Duarte, com apoio em partes específicas da técnica-superior encarregada da supervisão do CAS, enquanto património histórico-cultural.
Curiosidade interessante a dos corredores do rés-do-chão, formando um quadrilátero; os primeiros dois com nomes de batalhas decisivas, a da Independência e a da Restauração, fazendo-nos lembrar alguns corredores da ex-Escola Prática de Infantaria em Mafra e de que estamos numa instituição  de tutela militar. O caso dos últimos dois é diferente, como se verá.
Ficam apenas algumas imagens, para aguçar o apetite de novas visitas e informação circunstanciada.







Corredor Montes Claros

Corredor Aljubarrota


Corredor Príncipe D. José


Corredor Princesa Maria Benedita

A Princesa Maria Benedita olha para o fundo do corredor, do outro lado dos guarda-ventos.
Imaginamos aí o seu amado consorte, fitando-a. Certamente, começam a andar na direcção um do outro. Assim pensou quem nomeou estes dois corredores. Cada casal pode ser Pedro e Inês, cujos túmulos em Alcobaça foram colocados frente-a-frente. Como se no dia do Juízo Final se erguessem e caminhassem para se abraçar. É esta também a poesia de Benedita e José.

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http://www.iasfa.pt/runa.html (Centro de Apoio Social de Runa)