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sábado, 17 de fevereiro de 2018

Alto e Pára o Baile!



Alto e Pára o Baile! é uma expressão conhecida em todo o país e, na região de Torres Vedras, fundada em situação real – um baile no Varatojo. Deixo este caso de lado e venho apenas lembrar que há novo espectáculo de revista à portuguesa nas Carreiras, já no próximo dia 25 de Fevereiro. (Ver, aqui.)
Estive lá no passado dia 4. Na estrada para Alenquer, chegando a Carvoeira, toma-se o caminho de Carreiras, à direita. Há sinalização do evento. Fui subindo a rua da Associação Dramática e Recreativa e à esquerda, o momento da aparição do edifício… Fiquei contente…
No salão, com cerca de 200 lugares, a revista à portuguesa ofereceu alegria e competência. A danças e cantos de revista seguiam-se trechos de comédia. De novo dança, canto; trecho de comédia… Estamos em ambiente rural e a vivência do lugar é mantida descontraidamente. Os artistas e demais gente que ajuda a pôr o espectáculo de pé são naturais da aldeia ou com ligações familiares a ela.
As situações, a experiência do dia-a-dia não é escondida e a pintura de algum costume, hoje menos politicamente correcto, é dada com realismo. E arte… Que belo o sapateado, as mãos e braços ao alto, a rotação vibrante do corpo, protagonizados pelo Nuno Bonifácio, filho do director artístico, Sr. António Alexandre Bonifácio!…
Dois lindos cenários, guarda-roupa novo, mudança de cenário rapidamente feita durante o intervalo. Bons, muito bons os textos. Uma referência para o director musical, velho conhecido, o Professor Francisco Patrício...
Bom acolhimento...
***
Mais informação recolhida, seguindo de perto o que ouvi e li e visionei:
Esta é a quinta revista que estão a fazer. São uma escola informal…, um grupo de amadores com brio de profissionais, que trabalham em prol da cultura, em prol do associativismo, em prol da nossa terra e do nosso concelho… Estiveram parados dois anos a preparar o actual espectáculo. Estão envolvidas 60 pessoas. Um palco no primeiro acto e outro no segundo. O elemento mais novo tem 16 anos e o mais velho, António Alexandre, 72. A revista antecedente esteve em cena durante 5 anos, com 74 sessões.
Ao princípio, depois da peça de teatro em três actos, vinham as variedades. O teatro nas Carreiras começou há oitenta anos, num tempo em que as mulheres não faziam teatro. Eram três homens, assim de cara menineira, que faziam de mulheres…
(Em Março de 2010, revista Agora É Que São Elas, em cena havia dois anos) – Isto vai durar até que as pessoas queiram.
Dália Franco – Já escrevi cinco revistas anteriores, aqui…, todas.
Ludovina Cruz (Vina) é a presidente da Associação Dramática e Recreativa das Carreiras.
(Ver linques, no final)






Vista obtida do largo em frente do edifício da ADR de Carreiras


A capela, ao fim da rua
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https://www.facebook.com/torresvedrasweb/videos/1633770433316766/
https://www.youtube.com/watch?v=a8LbtUaQ2_k (1.ª parte)
https://www.youtube.com/watch?v=tfFuzH2K96s (2.ª parte)

domingo, 21 de julho de 2013

Troféu Joaquim Agostinho (2013, 36.ª edição)

     Hoje à tarde, consagração do vencedor do Troféu Joaquim Agostinho. Saindo em direcção a Runa e derivando para a estrada de Alenquer, parámos no Curvel. Inicia-se aqui a subida, quase toda de grande inclinação (atenua-se um pouco com a aproximação ao planalto); chegados ao alto da Carvoeira, pouco menos de quinhentos metros separam da meta. A paisagem é soberba. «As pessoas daqui deviam pagar imposto por esta vista», disse eu a um senhor, meu companheiro de momento.
     A mãe do Brabio esperava-o, para o alentar na subida, «rapazinho» de dezanove anos. Faltou a tinta para a segunda demão do branco, escrita a spray na estrada, para dar força aos rapazes, mas o que conta é a vontade de os animar. Palmas e incitamentos verbais; também participei, com todo o gosto. Como não se pode ter tudo, também o meu cartão de memória ficou full(o) e não dou imagens da chegada à meta.
     Quem quiser, pode ler a notícia da etapa de hojeaqui.

     De regresso a Torres, tinha de se entrar no Curvel, fazendo um desvio e apanhando a estrada nacional um pouco adiante, perto de Filha Boa. Foi ocasião para ver quase furtivamente as casas e ruas estreitas com seus nomes, tudo a merecer nova e demorada visita. A certa altura, a igreja da Carvoeira, nas suas barras de azul, linda, no meio de toda a beleza da terra.

     Ver também:

http://www.youtube.com/watch?v=rBpB5VsTVsI



















 Zona da meta, ao fundo

Paisagem

     Nota: o vídeo foi acrescentado às 00:53 de 22-7-2013.