Mostrar mensagens com a etiqueta Francisco José Viegas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Francisco José Viegas. Mostrar todas as mensagens

domingo, 9 de junho de 2013

Hoje, no Facebook...

       ... encontrei um tópico colocado por um amigo sobre o ACORDO ORTOGRÁFICO, declarando francamente -- como é seu timbre -- ter reconsiderado, passando a escrever como sempre o fez e a ignorar o dito cujo. Como a conversa me agrada e sendo a minha pessoa até contra a ideia de acordo, volto a este assunto.
Lembrei-me de Francisco José Viegas, que na minha memória foi a favor do acordo, vejo agora que só no modo «talvez». De qualquer modo, reconsiderou e está farto. Deixo aqui  algumas coisas que me parecem actuaisentre elas, com a devida vénia, a que o tal amigo deixou no facebook, de Pedro Mexia.
*
FJV:
Em Nov. de 2007, estando em solo brasileiro, declara-se favorável;
em Fev. de 2012, admitiu que cada um pode escrever como quiser, até 2015, e que o    governo vai alterar algumas normas;
em 25-3-2013, em entrevista: «Estou farto do acordo ortográfico.»

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Partilha de artigos



       De um, dou só a notícia: Francisco José Viegas, no CM, fala da edição na Assírio & Alvim do Manifesto Anti-Dantas, lembrando que falta ou faltou o contraditório. O manifesto arrasa, as pessoas desconhecem o grande escritor que o Dantas (para falar como Almada Negreiros) foi.

       Dos outros três, temos o linque, abaixo.
http://www.publico.pt/opiniao/jornal/os-tres-pastorinhos-e-a-greve-dos-professores-26635057
http://www.publico.pt/opiniao/jornal/o-imperativo-civico-e-etico-da-greve-26638693
http://www.publico.pt/mundo/jornal/o-momento-indiana-jones-que-salvou-o-tesouro-tombuctu-26632012

       Uma parte do tesouro, no entanto, perdeu-se:

       Mas Haidara e os seus aliados não puderam fazer nada para salvar as 16 mil páginas de manuscritos que estavam no novo centro Ahmed Baba, onde os jihadistas se tinham instalado. Aí, o pior aconteceu. Antes das tropas francesas entrarem em Tombuctu, os jihadistas em fuga queimaram cerca de 4 mil páginas de manuscritos que tinham encontrado na sala de restauro. Só que os islamistas nunca foram à cave, onde estavam guardados cerca de 12 mil documentos. “Eles não sabiam o que ali estava”, disse Abdoulaye Cisse, o director interino do instituto. “Só assim é que eu consigo explicar que os manuscritos não tenham sido incendiados.”