segunda-feira, 17 de março de 2014

Procissão do Senhor dos Passos

     Torres Vedras, Domingo, 16-3-2014.

     Acompanhei a procissão, a partir da cerimónia do encontro, na Praça da República (antigo Outeirinho), ao cimo da Rua Paiva de Andrada. Falou ao povo o Sr. Padre Vítor Melícias, com veemência exortativa em alguns momentos, tendo presente a vida das pessoas e inspirado no exemplo de S. Francisco de Assis, que nomeou.

     Percurso -- Rua Paiva de Andrada, Rua Dr. Aleixo Ferreira, passando pela igreja de Santiago, Largo do Terreirinho, Rua dos Celeiros de Santa Maria, Largo do Grilo, Chafariz dos Canos, Largo de S. Pedro, Rua França Borges, Praça da República, Largo 25 de Abril (Largo da Graça) e entrada na igreja da Graça.

     






















terça-feira, 11 de março de 2014

Chegam as andorinhas

     Hoje, vi a primeira andorinha, de regresso ao quintal. Se não faz a Primavera, anuncia-a.

domingo, 9 de março de 2014

Efrem Silva 2

     8-3-2014

     Hoje, tornei lá.

   Dá-se aqui uma ideia do diálogo no tempo, de Efrem com alguns pintores, através das imagens abaixo apresentadas. É uma primeira abordagem, a ser continuada por quem quiser.

     Além das palavras transcritas na mensagem anterior sobre EFREM JORGE DA SILVA, retiradas do sítio da Câmara Municipal de Torres Vedras, o catálogo a que tivemos acesso traz ainda dois textos interessantes: um, de Inês Hipólito, referindo estar-se perante a «reformulação contemporânea de pinturas que marcaram uma época da história da arte», num percurso que nos leva de Botticelli e Leonardo da Vinci a Gustav Klimt, já no século XIX; outro, a abrir, de Laura Rodrigues, evocando os tempos de amizade: «E lembro com agrado, aquilo a que eu, na época, chamava pomposamente, círculo de pintores -- e que se resumia ao Efrem e a uns amigos em que me incluía -- e que se juntavam para aprender com ele algumas técnicas da pintura a óleo...».

     Nas hiperligações indicadas, no fim, pode aceder-se a um texto bastante estimulante de Edgar Wind, «A Primavera de Botticelli».
     


Sandro Botticelli. O nascimento de Vénus, cerca de 1480 (Galeria dos Uffizi, Florença).
                 (Da internet.)

               


Sandro Botticelli. Adoração dos Magos, cerca de 1475 (Galeria dos Uffizi, Florença).
                       (Da internet.)   


Presumível auto-retrato de Botticelli (pormenor da pintura anterior).
                                                       (Da internet.)


Sandro Botticelli. Alegoria da Primavera, cerca de 1482 (Galeria dos Uffizi, Florença).
                        (Da internet.)





A metamorfose de Clóris, pormenor de Alegoria da Primavera.







































Albrecht Dürer. S. Jerónimo, 1521 (Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa).
                        (Da internet.)




Obra atribuída a um imitador de Jerónimo Bosch. 1510-1535, Cristo carregando a cruz (Museu das Belas Artes, Gant).       
                                                       (Da internet.)



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sexta-feira, 7 de março de 2014

Efrem Silva, regresso à sua terra

      07-03-2014
      Encontrei o autor, com quem troquei breves palavras, para mim agradáveis, ainda ele estava a montar a exposição. Termina a 8 de Março e ia-a perdendo. Hoje à tarde, ao falar com um amigo aqui no Sarge, de catálogo na mão e dedicatória, fiquei a saber que Efrem, entre outras actividades na vida, passou pelos Açores, onde esteve como professor. Ao fim de muitos anos, ei-lo de regresso a casa. A pintura com que se diz mostra-nos o homem que foi sendo entre o da partida e o a da chegada, dois marcos assinalados com os respectivos auto-retratos, a iniciar e findar a galeria dos seus trabalhos.
     Pena não haver catálogo disponível para aquisição, pois só havia um para consulta.

     Sente-se o homem no tempo, no mundo, na natureza, o tormento, a quietude, a beleza, a escassez, as lacunas e também o arco-íris, que só se toca... Contrastes, contradições?, espanto...

    Quem somos?

     Gosto desta pintura, onde há algumas influências confessadas (Jerónimo Bosch, Leonardo da Vinci) e mais alguma, explícita para os conhecedores. A seguir, dá-se uma amostra do que está exposto.
   

*

«Lacuna no Tempo é uma exposição de um percurso e de um regresso.
Efrem Silva mostra, na sua cidade natal, alguns dos trabalhos mais significativos de cada fase da sua obra e da sua vida.


Efrem Silva nasceu em Torres Vedras em 1954. É autodidata na pintura. Desde muito cedo foi motivado para as artes, principalmente a pintura, pelo seu pai. A sua infância e adolescência foram passadas no mundo fantástico das madeiras e ferramentas, odores e cores na oficina do António Correia, situada junto ao início das "escadinhas para o Castelo". Foi nesse mundo mágico, que aprendeu a arte de trabalhar a madeira, principalmente os embutidos, e também a iniciação à pintura, construindo as telas e fazendo as suas tintas. Trocou experiências e técnicas com alguns artistas, nomeadamente, Cruzeiro Seixas, Mário Cesariny e Tomaz Vieira.»
        (Da página na internet da cm-tvedras; ver a hiperligação, infra.)









Na exposição de Efrem Silva







                                                                                                    






                                       
                     
                     
      
                
           Auto-retrato (1976)                                                                     Auto-retrato (2012)  
                  











             Sol d'Água I (1995)                                                                          Quando toco o arco-íris (1983/2000)                                                                                                        



Vénus Solidária (2009)
Na ficha técnica, junto ao quadro, lê-se 2012



    Vigília  (2003)

Crescente (2012)


(De cima para baixo)
1.º tríptico: Audácia (2013); 2.º tríptico: Atitudes (2013).


Tormentos e Quietude (2012)

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http://www.cm-tvedras.pt/agenda/detalhes/5141/

quarta-feira, 5 de março de 2014

Carnaval de Torres Vedras 2014, 3.ª -feira

Terça-feira à tarde, no Largo de S. Pedro
A música tocada pelo duo de naturais do Peru é uma maravilha, no som de guitarra e de flauta de Pã. Conheço a melodia, mas...
Venho a saber que é Feelings e pode-se ouvir, também, aqui. A ideia que se forma da animação do largo, pelo vídeo, pode ser completada com algumas fotografias.
Morris Alber — Feelings Lyrics
Feelings, nothing more than feelings,
Trying to forget my feelings of love.
Teardrops rolling down on my face,
Trying to forget my feelings of love.
Feelings, for all my life I’ll feel it.
I wish I’ve never met you, girl;
You’ll Never Come Again.
Feelings, wo-o-o feelings,
Wo-o-o, feel you again in my arms.
Feelings, feelings like I’ve never lost you
And feelings like I’ve never have you
Again in my heart.
Feelings, for all my life I’ll feel it.
I wish I’ve never met you, girl;
You’ll never come again.
Feelings, feelings like I’ve never lost you
And feelings like I’ve never have you
Again in my life.
Feelings, wo-o-o feelings,
Wo-o-o, feelings again in my arms.
Feelings…
(repeat and fade)
(Da internet)
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sábado, 1 de março de 2014

Carnaval de Torres Vedras, Bombos e Zés-Pereiras

   
     1-3-2014

      Estes grupos, além de actuarem no seu concelho -- Amarante -- e na região, têm-se deslocado a outras terras portuguesas, assim como a vários países estrangeiros. A sua agenda é bem preenchida, mas dela consta sempre Torres Vedras, a quem já os liga uma especial afeição. Correspondida, naturalmente, pelos mais atentos a estas coisas, a estes folguedos, a estas folias, a esta arte.


 Saída do Mercado Municipal, como já vimos na mensagem anterior.

 O cortejo chega agora , pela mesma ordem, à Praça do Município.


Junto à igreja de S. Pedro, vão passando os Bombos de Santiago de Figueiró.









     Um pouco sobre estes grupos:
http://bombostamaria.blogs.sapo.pt/506.html
https://www.blogger.com/profile/08962654689609676465

Carnaval de Torres Vedras. Gigantones

     Esta tarde, Os Bombos de Santa Maria, Jazente - Amarante e Os Bombos de Santiago de Pereiró - Amarante.

     Gigantones, para mim, são os de Lebução. Estava em Bragança (ou outro dos sete concelhos do norte do distrito), num verão, e vejo passar os Gigantones de Lebução...

     Para as pessoas que vêem pela primeira vez gigantones neste carnaval de Torres Vedras, estes serão, talvez, os melhores pelos anos adiante. Gosto sempre de ver. Depois de ler o Pequeno glossário carnavalesco de Torres Vedras, já não sei bem se vi gigantones ou cabeçudos. Os zés-pereiras (ou zabumbeiros), lá estavam, também, fiéis acompanhantes dos «gigantones».



Do dicionário Houaiss, gigantone e zé-pereira:


Gigantone s. m. P cada um dos gigantes com figura humana feitos de papel machê e animados por uma pessoa no seu interior que participa de certos desfiles festivos (p. ex., no Carnaval) e de algumas procissões; gigantão  ETIM prov. it. gigantone ‘gigante, homenzarrão’; ver gigant(o)-








terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

De vez em quando...

     De vez em quando..., copiar as palavras de outros que nos parecem verdadeiras, sem enleios, sábias. São de SILVA LOPES, nas Jornadas Parlamentares do PS, aqui. No caminho para a independência, não deve haver ilusões, no país de todos.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

O TREVO 2

     O trevo amarelo

Ver artigo «Reprodução do trevo amarelo pode influenciar culturas agrícolas» (Cristina Pinto (Assessoria de Imprensa - Universidade de Coimbra), aqui.
     A Praga Má
     O meu amigo Vítor Saramuga conhece o trevo amarelo pelo nome de «praga má». Tem de a eliminar do logradouro de que cuida, junto a casa de habitação. Destrói os relvados -- diz ele. Não nutre pelo trevo, pela praga má, o mesmo afecto que eu.